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CLP ā€“ Entradas e saĆ­das

  • Foto do escritor: AndrĆ© Habib
    AndrƩ Habib
  • 8 de mai. de 2018
  • 1 min de leitura

O Controlador LĆ³gico ProgramĆ”vel, mais conhecido no meio industrial como CLP, surgiu nos anos 1970 quando se notou na indĆŗstria automobilĆ­stica a dificuldade de se produzir em uma mesma linha, veĆ­culos de modelos diferentes e atĆ© mesmo de mesmo modelo, porĆ©m com cores diferentes. Para lidar com essas situaƧƵes, eram necessĆ”rias mudanƧas em painĆ©is e comandos que demandavam mĆ£o de obra e, consequentemente, tempo enormes. A soluĆ§Ć£o, o CLP, nasceu de uma empresa americana que usou recursos de computaĆ§Ć£o (hardware e software) para conseguir controlar processos industriais.Ā Ć‰ claro que uma soluĆ§Ć£o desse tipo nĆ£o serviria apenas o setor automobilĆ­stico e logo se espalharia por diversos outros processos industriais. O conceito Ć© bem simples: a execuĆ§Ć£o dos processos industriais depende (estĆ” toda armazenada) de um programa de computador.Ā Imagine numa fĆ”brica de biscoitos, toda produĆ§Ć£o ser controlada por um programa de computador, desde o preparo da massa atĆ© o empacotamento do biscoito! Ok, mas o funcionamento de um CLP depende de alguns elementos de entrada e de saĆ­da e Ć© sobre eles que falaremos a seguir.

Entradas do CLP

Existem basicamente dois tipos de sinais de entrada para os CLPs: analĆ³gicos e digitais. AtravĆ©s das entradas analĆ³gicas Ć© possĆ­vel medir sinais analĆ³gicos, tais como: tensĆ£o e corrente. Um CLP Ć© capaz, por exemplo de detectar uma variaĆ§Ć£o de temperatura atravĆ©s da informaĆ§Ć£o ā€œcedidaā€ por um termopar, ou uma variaĆ§Ć£o de pressĆ£o vinda de um pressostato. No caso das entradas digitais, o CLP avalia apenas dois tipos de sinais: 0 ou 1. Imagine uma botoeira para a qual sĆ³ hĆ” dois tipos de situaƧƵes: ligada (1) ou desligada (0).

SaĆ­das do CLP

Fazem parte da saĆ­da, os componentes do processo que ā€œrecebem as ordensā€ do CLP, ou seja, o que deve ser executado.Ā Ā Assim como as entradas, as saĆ­das podem ser analĆ³gicas ou digitais. As saĆ­das analĆ³gicas sĆ£o as que disponibilizam sinais variĆ”veis para um determinado controle ou acionamento. O controle da velocidade de um motor, caso em que Ć© necessĆ”rio um inversor de frequĆŖncia Ć© um exemplo de saĆ­da analĆ³gica. O CLP Ć© previamente programado para atuar enviar instruƧƵes ao inversor. As saĆ­das digitais sĆ£o representadas por relĆ©s ou pelos transistores que sempre trabalharĆ£o de maneira binĆ”ria, estados 0 ou 1 ou, simplesmente, ligado ou desligado.

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